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<dc:dc xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:invenio="http://invenio-software.org/elements/1.0" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.openarchives.org/OAI/2.0/oai_dc/ http://www.openarchives.org/OAI/2.0/oai_dc.xsd"><dc:identifier>doi:10.20502/rbg.v24i2.2244</dc:identifier><dc:language>por</dc:language><dc:creator>Marchioro, Eberval</dc:creator><dc:creator>Ollero, Alfredo</dc:creator><dc:title>Avaliação hidrogeomorfológica: a aplicação do IHG em uma bacia hidrográfica da região metropolitana da Grande Vitória (ES)</dc:title><dc:identifier>ART-2023-133556</dc:identifier><dc:description>Alterações hidrogeomorfológicas têm ocorrido ao longo de bacias hidrográficas com diferente magnitude e frequência. Em função disto, este trabalho tem como objetivo avaliar a qualidade hidrogeomorfológica do curso principal do rio Duas Bocas, na Região Metropolitana da Grande Vitória (ES/Brasil) para o ano de 2019, subsidiando o planejamento e gestão ambiental de cursos fluviais. A base cartográfica utilizada para realização do trabalho foram o ortofotomosaico de 2019 e o MDE com resolução espacial de 5mx5m; a drenagem foi modificada do IEMA, e, por fim, reconhecimento e verificação em campo. Para a classificação hidrogeomorfológica do curso fluvial é utilizado a proposta de Ollero et al. (2009). Com base nas informações cartográficas, o rio principal foi subdividido em cinco setores com extensão 5,66 km. Os resultados apontam que o setor de número 1, foi classificado hidrogeomorfologicamente como muito bom, devido as condições geoambientais. Quanto ao setor 3, foi classificado como de transição (moderado). Salienta-se ainda que a urbanização, construção de estradas, pontes, açudes e atividades agropastoris, influenciaram para uma qualidade deficiente do setor 4 e muito ruim para o setor 5. O setor 2 também foi classificado como muito ruim, devido ao efeito do reservatório de Duas Bocas. Por fim, o método mostrou-se efetivo para a sua aplicação em regiões tropicais quentes e úmidas, incorporando o papel antrópico sobre os processos hidrogeomorfológicos.</dc:description><dc:date>2023</dc:date><dc:source>http://zaguan.unizar.es/record/126290</dc:source><dc:doi>10.20502/rbg.v24i2.2244</dc:doi><dc:identifier>http://zaguan.unizar.es/record/126290</dc:identifier><dc:identifier>oai:zaguan.unizar.es:126290</dc:identifier><dc:identifier.citation>Revista Brasileira de Geomorfologia 24, 2 (2023), e2244 [27 pp.]</dc:identifier.citation><dc:rights>by</dc:rights><dc:rights>http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/es/</dc:rights><dc:rights>info:eu-repo/semantics/openAccess</dc:rights></dc:dc>

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