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000169119 100__ $$aCampello Vieira, Lara
000169119 245__ $$aCoping, resiliência e o sentido do adoecer na residência médica
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000169119 5060_ $$aAccess copy available to the general public$$fUnrestricted
000169119 5203_ $$aA Síndrome de Burnout configura-se como resposta a estratégias de enfrentamento falhas ou insuficientes diante do stress ocupacional crônico, sendo especialmente prevalente entre profissionais da saúde. Nesse contexto, médicos residentes se destacam como grupo particularmente vulnerável, pois, apesar de inseridos em programas de excelência, enfrentam intensos desgastes físicos e emocionais. Assim, estratégias de coping funcionam como recursos para lidar com exigências internas ou externas; no entanto, sua ineficácia pode culminar no Burnout. Por outro lado, a resiliência representa um movimento intuitivo e inteligente de enfrentamento das adversidades, atuando como fator de proteção. Diante disso, o estudo teve como objetivo avaliar em residentes em baixo risco ao Burnout a presença ou não da caraterística de resiliência, analisando a percepção sobre as estratégias de coping utilizadas por eles, além da percepção do adoecimento durante a residência, verificando sua naturalização. Para tanto, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com dez residentes, selecionados com base em seus resultados no Inventário para Avaliação da Síndrome de Burnout (ISB). A capacidade resiliente não foi claramente evidenciada nesse grupo e, embora tenham reconhecido a alta frequência do adoecimento, os participantes não o consideraram um aspecto natural do processo formativo.

Burnout Syndrome is understood as a response to failed or insufficient coping strategies in the face of chronic occupational stress, being especially prevalent among healthcare professionals. In this context, medical residents stand out as a particularly vulnerable group, since, although enrolled in high-quality training programs, they face significant physical and emotional strain. Therefore, coping strategies work as resources used to manage internal or external demands; their failure, however, may lead to Burnout. Resilience, in turn, represents an intuitive-intelligent process of dealing with adversity, acting as a protective factor. Based on that, the study aimed to assess whether resilience is present among residents at low risk for Burnout, analyzing their perceptions of the coping strategies employed by them and their views on the illness during residency, particularly its potential normalization. To this end, semi-structured interviews were conducted with ten residents selected based on their responses to the Burnout Syndrome Assessment Inventory (ISB). Resilient capacity was not clearly evident within this group and, although participants acknowledged the high frequency of illness, the participants did not consider it as a natural aspect of the training process.

El síndrome de Burnout constituye una respuesta a estrategias de afrontamiento insuficientes frente al estrés laboral crónico, siendo especialmente frecuente entre los profesionales de la salud. Dentro de este contexto, los médicos residentes representan un grupo particularmente vulnerable, pues, aunque estén incluidos en programas de residencia calificados como excelentes, enfrentan un desgaste físico y emocional significativo. Por lo tanto, las estrategias de coping son fundamentales para gestionar demandas internas o externas; sin embargo, su ineficacia puede desencadenar el Burnout. Asimismo, la resiliencia actúa como un recurso intuitivo e inteligente que protege frente a la adversidad. En este contexto, el presente estudio tuvo como objetivo evaluar, en residentes con bajo riesgo de Burnout, la presencia o ausencia de características resilientes, así como su percepción sobre las estrategias de coping utilizadas y el proceso de enfermar durante la residencia, verificando su normalización. Para ello, se realizaron entrevistas semiestructuradas con diez residentes seleccionados mediante los resultados del Inventario para la Evaluación del Síndrome de Burnout (ISB).
Como resultado, no se evidenció de forma clara la capacidad resiliente entre los residentes de bajo riesgo y, a pesar de señalar la alta frecuencia del sufrimiento psíquico, los participantes no lo percibieron como un aspecto natural del proceso formativo.
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